El nivel de la prensa hondureña también es muy bajo. El link va al blog de un periodista brasileño que escribe confinado en la embajada brasileña en Honduras. Dejo algunos extractos: “Alguns posts atrás, comentei quem eram os estrangeiros aqui. E fiz uma brincadeira bobinha, dizendo que NÃO havia ‘cubanos, venezuelanos, iranianos nem marcianos’ … pois um site bastante lido aqui, Proceso digital, numa das piores peças jornalísticas que já vi, me citou afirmando que na embaixada ‘hay cubanos, venezolanos, iraníes o marcianos’, entre outras distorções. Ou seja, eu teria dito que havia ETs assessorando Zelaya! … uma coisa dessas deveria ter sido motivo de piada. Não foi. Virou caso de Ministério Público. É possível que, ao sair deste manicômio, eu seja intimado para explicar onde estão os iranianos na embaixada … o pior é que quem armou o barraco foi Luis Galdamez, da engajada rádio Globo. Sem ter o que fazer depois que a sua emissora saiu do ar, há oito dias, se reinventou como assessor de imprensa de Zelaya. Pois o Galdamez começou a espalhar pela embaixada que eu havia afirmado tal barbaridade. Não fez o básico, buscar a informação neste blog nem me consultar. Quando finalmente veio falar comigo, a história já me havia sido contada umas quatro vezes. Ele disse que eu teria de me explicar ao Ministério Público (havia conversado com um promotor sobre mim) onde tinha visto os tais iranianos … pois confesso que o mandei à m… Várias vezes, em alto e bom espanhol … mas o ambiente aqui azedou de vez para mim. A primeira dama, em tom agressivo, me fez várias perguntas sobre o que estava no site hondurenho, como se a eu tivesse escrito. A ex-ministra deixou de me cumprimentar. Mas não vou tentar explicar o que aconteceu. Primeiro, porque já havia acontecido casos antes, com o mesmo desgaste, e a coisa se repete. Segundo, se eles, após três anos e meio de governo, ainda acreditam no que leem na débil imprensa hondurenha, é porque se trata de um caso perdido … mas a embaixada realmente tem um marciano: virou o meu apelido entre os colegas que assistiram à cena.”